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CONSTRU OS

Atração de Profissionais

Sua obra não para por falta de serviço. Para por falta de gente.

A gente faz a sua vaga chegar em quem está procurando trabalho hoje.

O candidato chega falando com a sua empresa — não com a gente.

E a gente treina você e o seu encarregado a entrevistar e a colocar a pessoa na obra do jeito certo.

Quem atende, entrevista, testa, decide e contrata é você. Sempre.

E se o seu problema não é a obra parada, é a obra que você deixou de pegar por falta de gente: é a mesma conversa.

Quero falar sobre a minha vaga

Umas perguntas rápidas e você escolhe o horário da conversa na hora.

A construção parou nos anos 90 na hora de arrumar gente.

Falta um azulejista. Você liga para um conhecido e pergunta se ele conhece alguém.

Se ninguém conhece, a obra atrasa. E o atraso vira desconto, vira cliente bravo, vira final de semana trabalhando.

Só que o profissional que está parado hoje não sumiu do mapa.

Ele não está na lista de contatos do seu encarregado. Ele está em outro lugar — e a gente sabe onde.

Ele nunca viu a sua vaga. Porque a sua vaga nunca chegou até ele.

Resumindo a falha do mercado numa frase: “as empresas não sabem recrutar, e tem gente querendo trabalhar”.

Isso não é defeito seu. É o jeito que o setor inteiro faz.

Dado de mercado: a escassez de mão de obra na construção está no nível mais alto desde 2010, e o custo da mão de obra sobe acima da inflação. Fonte: CBIC e FGV — levantamento de agosto de 2026.

Três pilares. E cada um tem um dono declarado.

A parte mais importante daqui é esta: está escrito quem faz o quê. Sem letra miúda.

Pilar 1

A vaga aparece — isso é com a gente

Quem faz: a gente.

A gente levanta o briefing da vaga com você — função, formato de contratação, requisitos de verdade, onde é a obra, horário, quando começa.

Depois a gente faz a sua vaga chegar em quem está procurando trabalho.

Como? É o nosso processo — a gente mostra na conversa.

O que importa pra você: o candidato chega falando com a sua empresa. Ele nem sabe que a gente existe — e é assim que tem que ser.

Você não opera nada dessa parte.

Pilar 2

A entrevista

Quem ensina: a gente. Quem faz: você.

A gente senta com você e com quem vai entrevistar e passa o roteiro inteiro, ao vivo:

  • o filtro que roda antes da entrevista e elimina de graça quem não ia dar em nada;
  • a entrevista presencial em quatro blocos — trajetória, técnica com prova, dedicação e o alinhamento de expectativas item por item;
  • a semana de teste paga e formalizada;
  • a folha de decisão, para decidir com o papel na mão e não no feeling.

O guia fica impresso na sua mesa.

Pilar 3

A entrada na obra

Quem ensina: a gente. Quem faz: você.

O profissional novo decide nos primeiros dias se aquele lugar é lugar de ficar.

A gente te entrega o método da entrada: o primeiro dia, os três primeiros dias com alguém olhando, a conversa de cinco minutos no dia 7 e a regra de correção — alinha, alinha, corta.

É a parte que quase ninguém faz. E é onde a maioria perde o profissional que deu trabalho para achar.

Um pilar não funciona sem os outros dois. Candidato chegando em empresa que não sabe atender é candidato perdido.

Quero ver isso pra minha empresa

Umas perguntas rápidas e você escolhe o horário da conversa na hora.

O que entra no período de 60 dias

A sua vaga na frente de quem procura trabalho durante os 60 dias — inclusive vaga nova que abrir no período. Tudo o que é preciso para a vaga aparecer está incluso, sem custo extra.

Acompanhamento e ajuste durante todo o período. Vaga preenchida, vaga nova, mudou a obra: a gente acompanha junto.

Treinamento de entrevista, ao vivo, com quem vai entrevistar. Não é PDF no e-mail. É reunião, lendo junto, com o guia na mão.

Treinamento de integração, do primeiro dia à efetivação.

Guia de entrevista + guia de integração + folha de decisão impressa. Ficam com você para sempre, e servem para a próxima contratação também.

O que não entra

A gente não promete quantidade de candidatos, não promete prazo e não promete contratação. Quem escolhe é você — e você pode, com razão, não escolher ninguém.

Isto serve pra você?

É pra você se você está numa destas duas situações:

Situação 1 — você tem obra rodando e vaga aberta.

Pelo menos uma vaga para preencher nos próximos 60 dias, contando as que já estão abertas e as que você sabe que vão abrir.

Situação 2 — você está recusando obra ou cliente por falta de gente.

A obra tinha. O cliente tinha. O preço fechava. O que faltou foi braço. E se aparecesse gente boa, você contrataria.

Nas duas situações, isto também precisa ser verdade:

Ainda não é pra você se:

  • Você não tem obra rodando e também não está deixando de pegar obra por falta de gente.
  • Você não pretende contratar ninguém nos próximos 60 dias.
  • Você quer que a gente converse com o candidato, escolha por você e mande os aprovados. A gente não faz isso em cliente nenhum. Está explicado logo abaixo.
  • Você quer alguém trabalhando uma semana “por fora só pra ver”. A gente não documenta, não sugere e não valida isso. O risco seria todo seu.

Se você está no segundo bloco, não responda o formulário. Não vai dar certo agora, e o seu tempo vale mais.

O que a gente pode mostrar hoje — e o que não pode

Prova de verdade é prova que dá para conferir. Então vai o que existe:

O método está escrito, inteiro. Não é conversa de reunião. São dois guias completos — entrevista e integração — mais a folha de decisão. Você recebe os arquivos e o treinamento ao vivo. Se um dia parar de trabalhar com a gente, o método continua com você.

A frente estreou numa empresa de ambientes sob medida em São Paulo, cliente da casa. O contrato dessa empresa não permite citar o nome, então não citamos. Preferimos assim do que inventar.

E o que a gente não vai fazer aqui

Mostrar número de candidato ou “resultado em X dias”. Enquanto não tiver medido, direito, em conta de cliente, não vira propaganda.

O que a gente NÃO faz — e por que isso protege você

Essa é a parte que a maioria esconde. Aqui ela está em destaque, porque ela é o produto.

Em uma frase

Quem contrata é você. A gente não recebe, não avalia e não escolhe candidato. E nada é dito sobre a sua vaga sem a sua confirmação por escrito.

A gente não fala com candidato. Nunca.

Não recebe, não atende, não avalia, não entrevista, não testa, não recomenda e não encaminha ninguém. Nem à mão, nem por robô.

Por que isso te protege: quem aparece contratando é a sua empresa. Quem contrata é quem entrevista e decide — e isso é você. Ninguém no meio, ninguém para entrar como parte numa reclamação depois.

O candidato chega falando com a sua empresa.

Desde a primeira mensagem, a conversa é com você.

Por que isso te protege: é a relação certa desde o começo — o candidato fala com o futuro patrão, não com um intermediário.

Nada é dito sobre a sua vaga sem a sua confirmação por escrito.

Valor de pagamento, benefício, promessa de efetivação: nada disso sai sem você confirmar, por escrito.

Por que isso te protege: promessa feita para atrair candidato vira cobrança depois. Aqui não existe promessa que você não fez.

Nenhum critério de vida pessoal.

Religião, filhos, estado civil, tipo de moradia: nada disso entra em material nenhum desta frente. É proibido por lei (Lei 9.029/95) e, de quebra, não mede nada.

Por que isso te protege: o que se avalia é comportamento e valores — e tem pergunta pronta para isso no guia.

A semana de teste é sempre formalizada.

Contrato de experiência desde o dia 1, ou autônomo de verdade com recibo. As duas versões estão explicadas no guia.

Por que isso te protege: uma semana “por fora” não é teste. É vínculo sem registro, e vira prova contra você.

Perguntas que todo mundo faz

Vocês entrevistam pra mim?

Não. E é de propósito.

Quem atende, entrevista, testa, decide e contrata é você, sempre. A gente faz a sua vaga chegar em quem está procurando trabalho e te ensina a fazer a parte que decide.

Tem dois motivos. O primeiro é que ninguém de fora sabe se a pessoa dá certo na SUA obra, com o SEU encarregado, no SEU ritmo. Quem sabe isso é você.

O segundo é que empresa de fora escolhendo quem trabalha na sua obra é confusão jurídica na certa. A gente não entra nesse meio, e você fica limpo.

Quanto custa?

Depende do porte da sua equipe e de quanto você repõe gente.

Uma empresa de acabamento com 6 pessoas e uma vaga não tem o mesmo trabalho de uma construtora com 40 pessoas trocando gente todo mês. Cobrar igual seria caro para uma e barato para a outra.

Na conversa de 30 minutos a gente levanta o seu caso e te diz o valor do seu caso, com o motivo junto. Sem chute.

Eu não tenho vaga aberta — eu deixo de pegar obra por falta de gente. Serve?

Serve. E é justamente aí que a conta fecha mais rápido.

Vaga aberta é dor de prejuízo: a obra atrasa e você paga por isso. Obra recusada é dor de lucro que não veio — e essa quase ninguém lança no papel, porque não sai dinheiro do caixa.

Só que sai, sim: sai o lucro daquela obra, e sai o cliente, que contratou outro e ficou com ele.

Se você já recusou serviço por falta de braço, traz o valor da última que você recusou para a conversa. É com esse número que a conta se faz.

Em quanto tempo chega candidato?

A gente não promete prazo, e quem promete está chutando.

O que dá para dizer com honestidade: o nosso processo começa a rodar depois que você confirmar o briefing da vaga por escrito, e o candidato passa a chegar falando com a sua empresa a partir daí.

O que mais atrasa não é a vaga aparecer. É a empresa que demora para responder. Por isso o primeiro combinado da reunião é quem vai atender.

O que eu preciso ter pra começar?

Três coisas:

  • obra rodando — ou obra que você recusaria hoje por falta de gente;
  • uma vaga aberta, ou a vaga que você abriria se aparecesse gente boa;
  • uma pessoa que atende candidato no mesmo dia. Essa é a que mais decide o resultado.

O resto a gente combina na conversa.

E o risco trabalhista?

É a primeira coisa que a gente resolve, não a última.

O candidato fala só com você, desde a primeira mensagem. A gente não recebe, não avalia e não escolhe ninguém — então não existe empresa de fora “colocando gente” na sua obra.

Nada é dito sobre a sua vaga sem a sua confirmação por escrito: nem valor de pagamento, nem benefício, nem promessa de efetivação.

E o método só documenta teste formalizado: registro desde o dia 1 ou autônomo de verdade com recibo.

O contrato do serviço diz tudo isso com todas as letras.

Serve pra construtora grande? E pra empresa de acabamento pequena?

Serve para as duas, e o valor muda por causa disso.

Serve para construtora, empreiteira, empresa de reforma e empresa de acabamento. O que muda é quantas funções entram ao mesmo tempo, quantos treinamentos e o quanto a gente acompanha no período.

Quem tem 6 pessoas e uma vaga paga menos do que quem tem 40 e repõe gente todo mês. É o mesmo método, em tamanhos diferentes.

O que acontece na conversa?

30 minutos, com o Yudi ou com o Thomás.

Primeiro a gente levanta o seu caso: tamanho da equipe, quais funções, se é registrado, diária ou empreitada, quanta gente saiu e teve que ser reposta nos últimos meses, quantas vagas você precisa preencher nos próximos 60 dias — e se você já deixou de pegar obra por falta de gente.

Depois a gente mostra os três pilares e quem faz o quê.

No fim, o valor do seu caso e a data de início. Se não der para fechar, a gente fala isso na hora e você não perdeu a manhã.

Já tentei achar gente por conta e só apareceu quem não presta. Vai ser diferente?

Acontece muito, e quase nunca é culpa de quem tentou.

O problema costuma estar em dois lugares: em quem a sua vaga alcança, e no que acontece quando o candidato responde.

As duas coisas são exatamente o que a gente resolve. A primeira é o nosso processo. A segunda é o que a gente te treina — o filtro antes da entrevista, a entrevista com roteiro, a semana de teste e a folha de decisão.

E você não precisa acreditar na nossa palavra: na primeira semana você vê a diferença na sua própria tela.

E se eu não gostar de ninguém?

Você não contrata. E está certo.

O método tem uma regra dura: incomodou na entrevista ou no teste, não entra. Contratar na dúvida é assinar o casamento e o divórcio no mesmo dia.

Por isso a gente nunca promete contratação. O que a gente entrega é a sua vaga na frente de gente que está procurando trabalho e o método para você escolher bem.

E depois dos 60 dias?

O pacote fecha. Não tem fidelidade e não tem renovação automática.

Os guias, a folha de decisão e o treinamento ficam com você — e servem para a próxima vaga que abrir, com a gente ou sem a gente.

No dia 50 a gente propõe um novo período. Se não for o caso, acabou e está tudo certo.

Se você tem obra rodando e vaga pra preencher — ou obra que você está recusando por falta de gente — a conversa é rápida.

São umas perguntas rápidas para a gente entender o seu caso antes de tomar o seu tempo.

Você escolhe o horário da conversa de 30 minutos na hora, na tela seguinte.

E se não for o seu momento, a própria tela te diz — sem você precisar deixar telefone para ouvir um “não” depois.

Leva 2 minutos. Conversa de 30 minutos com o Yudi ou com o Thomás, por vídeo.