Atração de Profissionais
A gente faz a sua vaga chegar em quem está procurando trabalho hoje.
O candidato chega falando com a sua empresa — não com a gente.
E a gente treina você e o seu encarregado a entrevistar e a colocar a pessoa na obra do jeito certo.
Quem atende, entrevista, testa, decide e contrata é você. Sempre.
E se o seu problema não é a obra parada, é a obra que você deixou de pegar por falta de gente: é a mesma conversa.
Umas perguntas rápidas e você escolhe o horário da conversa na hora.
Falta um azulejista. Você liga para um conhecido e pergunta se ele conhece alguém.
Se ninguém conhece, a obra atrasa. E o atraso vira desconto, vira cliente bravo, vira final de semana trabalhando.
Só que o profissional que está parado hoje não sumiu do mapa.
Ele não está na lista de contatos do seu encarregado. Ele está em outro lugar — e a gente sabe onde.
Ele nunca viu a sua vaga. Porque a sua vaga nunca chegou até ele.
Resumindo a falha do mercado numa frase: “as empresas não sabem recrutar, e tem gente querendo trabalhar”.
Isso não é defeito seu. É o jeito que o setor inteiro faz.
Dado de mercado: a escassez de mão de obra na construção está no nível mais alto desde 2010, e o custo da mão de obra sobe acima da inflação. Fonte: CBIC e FGV — levantamento de agosto de 2026.
A parte mais importante daqui é esta: está escrito quem faz o quê. Sem letra miúda.
Pilar 1
Quem faz: a gente.
A gente levanta o briefing da vaga com você — função, formato de contratação, requisitos de verdade, onde é a obra, horário, quando começa.
Depois a gente faz a sua vaga chegar em quem está procurando trabalho.
Como? É o nosso processo — a gente mostra na conversa.
O que importa pra você: o candidato chega falando com a sua empresa. Ele nem sabe que a gente existe — e é assim que tem que ser.
Você não opera nada dessa parte.
Pilar 2
Quem ensina: a gente. Quem faz: você.
A gente senta com você e com quem vai entrevistar e passa o roteiro inteiro, ao vivo:
O guia fica impresso na sua mesa.
Pilar 3
Quem ensina: a gente. Quem faz: você.
O profissional novo decide nos primeiros dias se aquele lugar é lugar de ficar.
A gente te entrega o método da entrada: o primeiro dia, os três primeiros dias com alguém olhando, a conversa de cinco minutos no dia 7 e a regra de correção — alinha, alinha, corta.
É a parte que quase ninguém faz. E é onde a maioria perde o profissional que deu trabalho para achar.
Um pilar não funciona sem os outros dois. Candidato chegando em empresa que não sabe atender é candidato perdido.
Umas perguntas rápidas e você escolhe o horário da conversa na hora.
A sua vaga na frente de quem procura trabalho durante os 60 dias — inclusive vaga nova que abrir no período. Tudo o que é preciso para a vaga aparecer está incluso, sem custo extra.
Acompanhamento e ajuste durante todo o período. Vaga preenchida, vaga nova, mudou a obra: a gente acompanha junto.
Treinamento de entrevista, ao vivo, com quem vai entrevistar. Não é PDF no e-mail. É reunião, lendo junto, com o guia na mão.
Treinamento de integração, do primeiro dia à efetivação.
Guia de entrevista + guia de integração + folha de decisão impressa. Ficam com você para sempre, e servem para a próxima contratação também.
O que não entra
A gente não promete quantidade de candidatos, não promete prazo e não promete contratação. Quem escolhe é você — e você pode, com razão, não escolher ninguém.
Pelo menos uma vaga para preencher nos próximos 60 dias, contando as que já estão abertas e as que você sabe que vão abrir.
A obra tinha. O cliente tinha. O preço fechava. O que faltou foi braço. E se aparecesse gente boa, você contrataria.
Nas duas situações, isto também precisa ser verdade:
Se você está no segundo bloco, não responda o formulário. Não vai dar certo agora, e o seu tempo vale mais.
Prova de verdade é prova que dá para conferir. Então vai o que existe:
O método está escrito, inteiro. Não é conversa de reunião. São dois guias completos — entrevista e integração — mais a folha de decisão. Você recebe os arquivos e o treinamento ao vivo. Se um dia parar de trabalhar com a gente, o método continua com você.
A frente estreou numa empresa de ambientes sob medida em São Paulo, cliente da casa. O contrato dessa empresa não permite citar o nome, então não citamos. Preferimos assim do que inventar.
E o que a gente não vai fazer aqui
Mostrar número de candidato ou “resultado em X dias”. Enquanto não tiver medido, direito, em conta de cliente, não vira propaganda.
Essa é a parte que a maioria esconde. Aqui ela está em destaque, porque ela é o produto.
Em uma frase
Quem contrata é você. A gente não recebe, não avalia e não escolhe candidato. E nada é dito sobre a sua vaga sem a sua confirmação por escrito.
Não recebe, não atende, não avalia, não entrevista, não testa, não recomenda e não encaminha ninguém. Nem à mão, nem por robô.
Por que isso te protege: quem aparece contratando é a sua empresa. Quem contrata é quem entrevista e decide — e isso é você. Ninguém no meio, ninguém para entrar como parte numa reclamação depois.
Desde a primeira mensagem, a conversa é com você.
Por que isso te protege: é a relação certa desde o começo — o candidato fala com o futuro patrão, não com um intermediário.
Valor de pagamento, benefício, promessa de efetivação: nada disso sai sem você confirmar, por escrito.
Por que isso te protege: promessa feita para atrair candidato vira cobrança depois. Aqui não existe promessa que você não fez.
Religião, filhos, estado civil, tipo de moradia: nada disso entra em material nenhum desta frente. É proibido por lei (Lei 9.029/95) e, de quebra, não mede nada.
Por que isso te protege: o que se avalia é comportamento e valores — e tem pergunta pronta para isso no guia.
Contrato de experiência desde o dia 1, ou autônomo de verdade com recibo. As duas versões estão explicadas no guia.
Por que isso te protege: uma semana “por fora” não é teste. É vínculo sem registro, e vira prova contra você.
Não. E é de propósito.
Quem atende, entrevista, testa, decide e contrata é você, sempre. A gente faz a sua vaga chegar em quem está procurando trabalho e te ensina a fazer a parte que decide.
Tem dois motivos. O primeiro é que ninguém de fora sabe se a pessoa dá certo na SUA obra, com o SEU encarregado, no SEU ritmo. Quem sabe isso é você.
O segundo é que empresa de fora escolhendo quem trabalha na sua obra é confusão jurídica na certa. A gente não entra nesse meio, e você fica limpo.
Depende do porte da sua equipe e de quanto você repõe gente.
Uma empresa de acabamento com 6 pessoas e uma vaga não tem o mesmo trabalho de uma construtora com 40 pessoas trocando gente todo mês. Cobrar igual seria caro para uma e barato para a outra.
Na conversa de 30 minutos a gente levanta o seu caso e te diz o valor do seu caso, com o motivo junto. Sem chute.
Serve. E é justamente aí que a conta fecha mais rápido.
Vaga aberta é dor de prejuízo: a obra atrasa e você paga por isso. Obra recusada é dor de lucro que não veio — e essa quase ninguém lança no papel, porque não sai dinheiro do caixa.
Só que sai, sim: sai o lucro daquela obra, e sai o cliente, que contratou outro e ficou com ele.
Se você já recusou serviço por falta de braço, traz o valor da última que você recusou para a conversa. É com esse número que a conta se faz.
A gente não promete prazo, e quem promete está chutando.
O que dá para dizer com honestidade: o nosso processo começa a rodar depois que você confirmar o briefing da vaga por escrito, e o candidato passa a chegar falando com a sua empresa a partir daí.
O que mais atrasa não é a vaga aparecer. É a empresa que demora para responder. Por isso o primeiro combinado da reunião é quem vai atender.
Três coisas:
O resto a gente combina na conversa.
É a primeira coisa que a gente resolve, não a última.
O candidato fala só com você, desde a primeira mensagem. A gente não recebe, não avalia e não escolhe ninguém — então não existe empresa de fora “colocando gente” na sua obra.
Nada é dito sobre a sua vaga sem a sua confirmação por escrito: nem valor de pagamento, nem benefício, nem promessa de efetivação.
E o método só documenta teste formalizado: registro desde o dia 1 ou autônomo de verdade com recibo.
O contrato do serviço diz tudo isso com todas as letras.
Serve para as duas, e o valor muda por causa disso.
Serve para construtora, empreiteira, empresa de reforma e empresa de acabamento. O que muda é quantas funções entram ao mesmo tempo, quantos treinamentos e o quanto a gente acompanha no período.
Quem tem 6 pessoas e uma vaga paga menos do que quem tem 40 e repõe gente todo mês. É o mesmo método, em tamanhos diferentes.
30 minutos, com o Yudi ou com o Thomás.
Primeiro a gente levanta o seu caso: tamanho da equipe, quais funções, se é registrado, diária ou empreitada, quanta gente saiu e teve que ser reposta nos últimos meses, quantas vagas você precisa preencher nos próximos 60 dias — e se você já deixou de pegar obra por falta de gente.
Depois a gente mostra os três pilares e quem faz o quê.
No fim, o valor do seu caso e a data de início. Se não der para fechar, a gente fala isso na hora e você não perdeu a manhã.
Acontece muito, e quase nunca é culpa de quem tentou.
O problema costuma estar em dois lugares: em quem a sua vaga alcança, e no que acontece quando o candidato responde.
As duas coisas são exatamente o que a gente resolve. A primeira é o nosso processo. A segunda é o que a gente te treina — o filtro antes da entrevista, a entrevista com roteiro, a semana de teste e a folha de decisão.
E você não precisa acreditar na nossa palavra: na primeira semana você vê a diferença na sua própria tela.
Você não contrata. E está certo.
O método tem uma regra dura: incomodou na entrevista ou no teste, não entra. Contratar na dúvida é assinar o casamento e o divórcio no mesmo dia.
Por isso a gente nunca promete contratação. O que a gente entrega é a sua vaga na frente de gente que está procurando trabalho e o método para você escolher bem.
O pacote fecha. Não tem fidelidade e não tem renovação automática.
Os guias, a folha de decisão e o treinamento ficam com você — e servem para a próxima vaga que abrir, com a gente ou sem a gente.
No dia 50 a gente propõe um novo período. Se não for o caso, acabou e está tudo certo.
São umas perguntas rápidas para a gente entender o seu caso antes de tomar o seu tempo.
Você escolhe o horário da conversa de 30 minutos na hora, na tela seguinte.
E se não for o seu momento, a própria tela te diz — sem você precisar deixar telefone para ouvir um “não” depois.
O formulário está demorando para abrir aqui — pode ser a sua conexão.
Abrir o formulárioLeva 2 minutos. Conversa de 30 minutos com o Yudi ou com o Thomás, por vídeo.
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